domingo, 23 de março de 2008
Fathern
Um dia ela diz:
- Por que você não tenta emagrecer um pouco?
Depois,
- Você precisa queimar essa barriguinha!
Em seguida,
- Por que você não depila o peito e faz uma tatuagem pra valorizar a musculatura?
E, por fim,
-Por que você não usa sunga branca?
Daí, você se enche de auto-estima e faz dieta, malha, faz tatoo e compra uma sunga branca. Então, na primeira manhã de verão, quando fica evidente que você deu total atenção a tudo o que ela disse e exibe todas as "novidades" de uma só vez... ela briga com você. Afinal, precisava se exibir tanto? Além de estar mais magro, mais cuidado, ainda tem que chamar a atenção com aquela sunguinha, por quê? Por que aquela piranha ficou te olhando o dia todo? Gostou, é?
sexta-feira, 21 de março de 2008
O Professor 3
. O professor de física apresenta a fórmula: "Pf=m.g.h"
A aluna traduz:
- "Prato feito é igual a macarrão, galinha e...HARROZ".
. Do professor de matemática:
- "Algum de vocês pode me dizer o que lhes vem a mente ao ouvirem a palavra CARTESIANO"?
Silêncio
- "vamos lá! Cartesiano, o que essa palavra significa"?
Até que um aluno, meio envergonhado, levanta a mão e diz:
- "Aí, fessô, essa palavra me lembra aquela parada de POÇO CARTESIANO".
. Do professor de biologia:
- Vamos lá! digam o nome de um réptil ou anfíbio que venha do frio.
Alguém respponde:
- "Baleia"!
e para fechar:
. A aluna pergunta ao professor de física:
- "Fessôr, como se converte metro em Kg"?
O professor não perdeu a oportunidade:
- Minha filha, você pega um pênis, com mais ou menos doze ou quinze cm e introduz em uma vagina. Faça um movimento de penetração e retirada, penetração e retirada...depois de nove meses nasce um bebê de mais ou menos dois ou três Kg.
segunda-feira, 10 de março de 2008
O Observador
Tem horas em que a gente se pergunta a respeito do desenvolvimento de um país ou da falta deste em outros. Sabemos que existem fatores históricos explicando quase tudo. mas e se nós buscássemos na natureza tais explicações?
Devo deixar claro que quase nada do que teorizo é provado pela ciência, mas vale a pena tentar entender.
Já pensaram por que os japoneses são tão desenvolvidos intelectual e economicamente? Pois é este o foco de minha teoria. Tudo começa pela anatomia:
- Dizem que os homens japoneses não tem parte de sua anatomia privilegiada pela natureza, ou seja, têm pintos pequenos.
- Dizem também que o sangue que infla a tal parte da anatomia masculina durante os momentos de excitação sai da cabeça (o que explicaria o fato de que os homens param de pensar quando têm uma ereção).
- Bem, se os japoneses tem pouca "anatomia" para ser inflada, seus cérebros estariam constantemente oxigenados. Mesmo nos momentos de acasalamento. O que garantiria uma atividade cerebral intensa a qualquer momento.
- Então, desta forma fica mais fácil entender todo o desenvolvimento japonês... e a miséria africana.
obs: queridos leitores, perdoem-me. É que eu não podia perder a oportunidade de contar uma piadinha infame. Mas é só uma, juro!
domingo, 2 de março de 2008
O Cafajeste Adolescente 3
A MELHOR AMIGA (DELA)
Neste momento vocês devem estar achando que não existe nada pior do que um cafajeste adolescente. Há sim! Um político brasileiro, um bandido, um presidente dos Estados Unidos ou, o que existe de pior nesse mundo, uma amiga traíra da namorada do cafajeste adolescente.
Antes de contar essa história tenho que falar de uma de suas personagens principais, a Nana. Nana era uma gracinha, morena, com um certo ar de índia andina. Linda! Nos conhecíamos desde a infância, éramos vizinhos. Nana e eu fomos os melhores amigos por muito tempo, até resolvermos experimentar um beijo num daqueles dias de bebedeira comuns a adolescentes e que as mães insistem em acreditar que não acontecem. Como em qualquer beijo que dá certo (os que dão certo são os que agem como os impulsos elétricos que ativam aqueles enormes eletroímãs usados em ferros-velhos de filme americano) chama outro e outro. Mais um, num momento de elevador vazio etc. Nos tornamos namorados. Ficamos juntos por cerca de dois anos.
Nana tinha uma amiga, ou melhor, uma melhor amiga. A Luciana. Baixinha, loira, bonita, divertida e, acima de tudo, leal. Pelo menos era isso que ela jurava de pés juntos. Num dos verões do final dos anos 80, Nana precisou viajar para seu país de origem. Ela era chilena. Sua avó estava muito doente e todos acreditavam que seriam seus últimos dias de vida. Queriam toda a família reunida. Nana, que como eu já disse, me conhecia “muuuito” bem desde a infância, passou para a Luciana a tarefa de acompanhar meus passos enquanto estivesse fora e a Lu, como boa amiga, aceitou prontamente a missão. Fomos todos juntos ao aeroporto acompanhar a Nana e seus pais. Na volta, nos despedimos normalmente e ficamos alguns dias sem nos vermos.
Uma semana após sua partida, Nana ligou para a Lu. Queria saber como andavam as coisas por aqui e, é claro, se eu estava me comportando. Lu achava que sim, ainda não tinha falado comigo mas sabia que todos os garotos do condomínio iriam juntos a uma nova casa noturna em São Conrado, no Rio. Ao receber a notícia a Nana pediu que a amiga tentasse nos acompanhar nessa saída para se certificar de que eu não faria nada de mais. Sua nova missão agora era me acompanhar a noite toda, bem de perto. Foi exatamente o que a Luciana fez. Ligou para minha casa e perguntou a meu irmão se ele se incomodaria em lhe dar uma carona. iríamos todos juntos. Será que eu preciso contar o resto?
Bem, vamos lá! Naquela noite, como o grupo que prometia ir era grande, meu irmão sairia com o carro dele e eu com o do meu pai, além de outros dois carros de amigos. Na hora de sairmos a Luciana, em uma atitude de total lealdade a Nana, se ofereceu para ir comigo e, adivinhem! Quatro pessoas desistiram de sair na última hora. Eu e a Lu estávamos indo juntos e sozinhos no carro para a nova boate. Até aí, tudo bem. Conversamos bastante no caminho, no bar onde paramos para “aquecer as turbinas” e dentro da boate. Passamos todo o tempo exatamente como a Nana queria, bem próximos. Luciana não desgrudou os olhos de mim durante toda aquela noite. Eu disse toda a noite? Pois é! Por volta das duas e meia da manhã, mais ou menos uma hora após entrarmos, a Lu pediu para irmos embora. Achei que ela não estivesse passando bem e resolvi leva-la para um passeio. Fomos para o carro e eu a perguntei para onde deveríamos ir. Ela sorriu e disse:
- “Você que sabe”.
Como um bom cafajeste disse logo:
-Ah Lu, não deixa por minha conta que eu posso pensar em alguma “maldade”.
A resposta da bela amiga de minha namorada (que a cada copo ficava mais bonita) foi categórica:
- Acho que a melhor coisa que poderíamos fazer hoje seria uma dessas “maldades”. A Nana sempre elogiou muito a forma como você consegue ser carinhoso com ela e...
- e o quê? Perguntei.
- e a sua performance "naquelas horas". Daí, não possa negar que fiquei muito curiosa e...
Naquele momento, um turbilhão de pensamentos tomou conta de minha mente. Safada, cachorra, galinha, traidora. Nossa! Que olhos lindos! Piranha, falsa...mas que boca é essa? Sem vergonha, traíra. Então, prontamente olhei para aquele par de olhos azuis e falei de forma ríspida:
- Me beija!
É muito fácil entender a minha reação. Após todo aquele xingamento mental meus três neurônios ativos (Huguinho, Zezinho e Luizinho) começaram a trabalhar em pleno vapor e eu tive um lampejo de consciência. Peraí! Euzinho, sozinho num carro com aquela deusa tipicamente européia me olhando nos olhos e me dando carta branca para decidir os nossos rumos. E a minha reputação, como ficaria? Parti para dentro. Então, atendendo ao pé da letra ao pedido da minha namorada, a Lu passou a noite toda comigo.
E a Nana? Como ficou a Nana? Ah! Deixa pra lá! O que os olhos não vêem o coração não sente.
sábado, 1 de março de 2008
O professor 2
Parei por alguns dias por motivos pessoais, mas já estou de volta e resolvi publicar algumas das melhores pérolas de meus alunos e de outros, relatados por meus colegas.
- “As indústrias de calçados está migrando para o Nordeste, pois lá a população é mais pobre e todo mundo anda descalço. Isso faz com que o mercado consumidor de lá seja melhor”.
E tem pior!
O aluno para o professor de português:
- Professor, o que é “MANTICIDÃO”?
- Não sei, meu filho. Mas onde você conheceu essa palavra?
- Ah professor, o senhor não conhece aquela música do Roberto Carlos? “Nos lençóis macios, a manticidão”.
Redação
"Professor, dá uma olhadinha aqui na minha redação"
- Nossa, Fulano, sessenta com "c"? (Secenta)
"Ah, professor, põe o cedilha aí!"
Pergunta: - Qual o nome do líder da Guerra de Canudos?
Resposta: - Lão-pião!
" o iluminismo é a filosofia que inventou a energia elétrica"
Em aula de História, o professor lança a pergunta: Quem foi Zumbi?
Um aluno responde: Foi um negrinho preto que pulava numa perna só.
“...e assim poderemos recuperar a camada Diozoni”.