Considero uma covardia o que está sendo feito nas comunidades "pacificadas" do Rio. Os senhores Sérgio Cabral e Pezão (junto com o sr. Paes) instituíram um sistema no qual só o poder de polícia entrou nas favelas e as ações sociais, tão necessárias para atrair as comunidades, ficaram de fora. Hoje, o tráfico fortalecido por sua interiorização (já que as tomadas de território não prenderam, apenas empurraram o crime para o interior, para "debaixo do tapete") busca retomar seus territórios e as comunidades parecem não saber a quem apoiar, visto que a esperança de dias melhores se resumiu a troca de poderes, da truculência dos criminosos para a truculência dos agentes do Estado e seus velhos hábitos (vide o caso Amarildo, entre outros).
Por outro lado, policiais, que também são pais, maridos, filhos, são jogados para servirem de alvos, isolados dentro das unidades, no interior das comunidades. Peões no tabuleiro do jogo da especulação imobiliária e da projeção política desses homens irresponsáveis que governam o estado e a cidade do Rio de janeiro.
Enquanto os interesses dessa meia dúzia são priorizados, SERES HUMANOS são mortos, numa guerra onde todos no front são peões ou vítimas, como em qualquer outra.
terça-feira, 19 de maio de 2015
Uma guerra suja (como todas as outras)
terça-feira, 12 de maio de 2015
O Fod#*. Ódio,polarização, redes sociais e mais um hoax
De onde vem tanto ódio? Por que as opiniões se radicalizam?
domingo, 10 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
May, the 6th...
Com algum atraso, sim, mas ainda dentro da semana dedicada a maior saga do cinema. Aí vai a minha homenagem a Star Wars. Uma verdadeira mitologia, que ainda vai atravessar gerações.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
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