Na semana passada estreou nos cinemas brasileiro o filme "Tropa de Elite 2", que de antemão posso considerar que seja o maior sucesso de bilheteria do cinema nacional de todos os tempos (se eu estiver enganado vou pagar o maior mico). O que me faz considerá-lo como tal é o fato de, mais de uma semana depois da estréia, as sessões ainda estarem esgotadas para dois ou três dias adiante. Fui me aventurar a assistir o dito num multiplex de um shopping da Região Metropolitana (tudo para não entregar que eu estava em SÃO GONÇALO!) numa quinta-feira e, apesar de três salas estarem exibindo o mesmo filme, só havia ingressos para a segunda-feira. Diante de tal fenômeno fui conduzido a dois pensamentos:
1- Que saudade das grandes salas, telas e platéias dos cinemas de rua que existiram até os anos 90 (Icaraí, Central, Niterói, palace, odeon, etc). Um blockbuster desses era fichinha para aqueles cinemões.
2- O sucesso fenomenal de "Tropa de Elite 2" logo após o estrondo que foram "Chico Xavier" e "Nosso Lar" prova que o brasileiro gosta mesmo é de ver gente morta.
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